5 ferramentas de lean thinking, menos desperdício e mais produtividade

06 | 06 | 2016

As empresas e os profissionais têm que ser “saudavelmente magros” para sobreviverem, ou seja livres de desperdícios que consomem recursos e não acrescentam valor.

A filosofia de gestão Lean Thinking tem como objetivo criar valor para os clientes, eliminando todas as atividades que não contribuem diretamente para uma vantagem competitiva, mas que aumentam os custos, o tempo de produção e o nível de insatisfação do cliente. Estes objetivos são possíveis através da aplicação de princípios como o fluxo contínuo, a produção puxada e a qualidade construída na fonte. 

As bases para se conseguir são o trabalho padronizado, a melhoria contínua e o nivelamento das operações. Em suma, o aumento de eficiência. Desde os anos 40 esta filosofia tem vindo a evoluir, quer pela experiência de implementação em todo o mundo, quer pelos mais variados contextos onde está a ser aplicada (do meio industrial aos serviços, passando pela saúde, o ensino, o setor público, a logística, o comércio, entre outros).

O Lean Thinking conduz-nos imediatamente a várias questões. A primeira é: mas afinal o que é o valor? O valor é tudo aquilo que o cliente está disposto a pagar. No universo das empresas, está cientificamente demonstrado que 95% das atividades não acrescentam valor e logo constituem desperdícios. Vamos então à segunda questão: de que forma pode a filosofia Lean ajudar? O pensamento Lean desenvolveu um conjunto de ferramentas para concentrar atenções na criação de valor, entre as quais se destacam cinco. A saber:

1 - 5Ss – “Cada coisa no seu sítio e um sítio para cada coisa” – Quanto tempo se gasta por dia na procura de documentos, ferramentas ou acessórios? Os 5Ss constituem um método sistemático e organizado que permite evitar perdas de tempo, estimulando o trabalho em equipa e a responsabilidade mútua.

2 - Mapeamentos das Cadeias de Valor – “Ver além do que os olhos alcançam” - ferramenta gráfica que permite às equipas conhecer todas as fases dos processos em que intervém. Assim, será mais fácil identificar erros e redundâncias e melhorar processos.

3 - SMED – “Implementar set ups rápidos” – a flexibilidade é uma caraterística fundamental para que as empresas sejam competitivas no mercado. A técnica SMED permite estudar e preparar as mudanças de artigos para que estas se concretizem em períodos inferiores a 10 minutos.

4 - Gestão Visual – a gestão moderna tem equipas de trabalho organizadas, conhecedoras dos processos e permanentemente informadas sobre os respetivos desempenhos. A melhor forma de o fazer é utilizar sinais que transmitem a informação necessária em tempo real para todas as pessoas envolvidas.

5 - Standardização do trabalho – Um erro comum da nossa organização do trabalho é executar tarefas sem efetuar um estudo prévio. A melhoria contínua implica que as tarefas sejam executadas da mesma forma, independentemente dos operadores, para se obter um patamar de estabilidade capaz de garantir o seu estudo e a melhoria sustentada.

Não acredita nas melhorias que o Lean Thinking pode trazer para os profissionais individuais e as empresas. O quadro abaixo resume os impactos que uma transformação lean pode ter na capacidade produtiva de uma organização, após um ano de implementação:

O Lean Thinking conduz-nos imediatamente a várias questões. A primeira é: mas afinal o que é o valor? O valor é tudo aquilo que o cliente está disposto a pagar. No universo das empresas, está cientificamente demonstrado que 95% das atividades não acrescentam valor e logo constituem desperdícios. Vamos então à segunda questão: de que forma pode a filosofia Lean ajudar? O pensamento Lean desenvolveu um conjunto de ferramentas para concentrar atenções na criação de valor, entre as quais se destacam cinco. A saber:

1 - 5Ss – “Cada coisa no seu sítio e um sítio para cada coisa” – Quanto tempo se gasta por dia na procura de documentos, ferramentas ou acessórios? Os 5Ss constituem um método sistemático e organizado que permite evitar perdas de tempo, estimulando o trabalho em equipa e a responsabilidade mútua.

2 - Mapeamentos das Cadeias de Valor – “Ver além do que os olhos alcançam” - ferramenta gráfica que permite às equipas conhecer todas as fases dos processos em que intervém. Assim, será mais fácil identificar erros e redundâncias e melhorar processos.

3 - SMED – “Implementar set ups rápidos” – a flexibilidade é uma caraterística fundamental para que as empresas sejam competitivas no mercado. A técnica SMED permite estudar e preparar as mudanças de artigos para que estas se concretizem em períodos inferiores a 10 minutos.

4 - Gestão Visual – a gestão moderna tem equipas de trabalho organizadas, conhecedoras dos processos e permanentemente informadas sobre os respetivos desempenhos. A melhor forma de o fazer é utilizar sinais que transmitem a informação necessária em tempo real para todas as pessoas envolvidas.

5 - Standardização do trabalho – Um erro comum da nossa organização do trabalho é executar tarefas sem efetuar um estudo prévio. A melhoria contínua implica que as tarefas sejam executadas da mesma forma, independentemente dos operadores, para se obter um patamar de estabilidade capaz de garantir o seu estudo e a melhoria sustentada.

Não acredita nas melhorias que o Lean Thinking pode trazer para os profissionais individuais e as empresas. O quadro abaixo resume os impactos que uma transformação lean pode ter na capacidade produtiva de uma organização, após um ano de implementação: